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RESENHA O PRÍNCIPE DA NÉVOA

  • Foto do escritor: C. Esnarriaga
    C. Esnarriaga
  • 2 de nov. de 2018
  • 2 min de leitura


O Príncipe da Névoa | Carlos Ruiz Zafón | 180 páginas


“Uma casa na praia abriga um mistério inimaginável.”


SINOPSE


Em 1943, a família do jovem Max Carver muda para um vilarejo no litoral, por decisão do pai, um relojoeiro e inventor. Porém, a nova casa dos Carver está cercada de mistérios. Atrás do imóvel, Max descobre um jardim abandonado, contendo uma estranha estátua e símbolos desconhecidos. Os novos moradores se sentem cada vez mais ansiosos: a irmã de Max, Alicia, tem sonhos perturbadores, enquanto ao outra irmã, Irina, ouve vozes que sussurram para ela de um velho armário. Com a ajuda de Roland, um novo amigo, Max também descobre os restos de um barco que afundou há muitos anos, numa terrível tempestade. Todos a bordo morreram na ocasião, menos um homem - um engenheiro que construiu o farol no fim da praia.

Enquanto os adolescentes exploram o naufrágio, investigam os mistérios e vivem um primeiro amor, um diabólico personagem surge na trama. Trata-se do Príncipe da Névoa, um ser capaz de conceder desejos a uma pessoa, ainda que, em troca, cobrasse um preço demasiadamente alto.


• Como todas histórias de Zafón essa é mais uma de suas Incríveis invenções, cheia de mistério, tragédias, segredos e reviravoltas intensas. Para os amantes de mistério e ficção essa história é sem dúvidas um achado, personagens bem trabalhados, enredo fluído e um cenário prá la de encantador.


• Em O Príncipe da Névoa, conhecemos a família Carver e mais particularmente Max e Alicia, irmãos que juntos dos pais vão morar em um vilarejo próximo a uma incrível praia, tendo deixado suas vidas para trás os jovens precisam se moldar a nova vida e as novas pessoas que os rodeiam.


• Max faz amizade com o jovem Ronald e que, sem saber dividiria com o novo amigo uma aventura funesta onde barcos naufragados, jardim de estátuas e tragédias familiares fazem parte de uma intrincada história que os levaria direto à um passado que mudaria suas vidas para sempre.


• Narrado em terceira pessoa – com foco no protagonista Max Carver–, a história se divide entre a percepção do protagonista aos acontecimentos e ao passado do local onde vive como também sobre fantasmas malignos à espreita de novas vítimas.


Gostaram da resenha? Deixa sua crítica aí nos comentários, filhos de Saturno!


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